Nos escondemos do sol que reluz, implacável, como um olho de Cíclope no centro do céu. Os tamborins e os bumbos ainda ecoam pelas ruas do Rio. Resquícios do carnaval brilham aqui e acolá, grãos de purpurina aninhados nas rachaduras do asfalto. Coisas mínimas, delicadas, relembrando o delírio. Dentro de casa, as coisas buscaram nova moradia, após o vendaval de preparativos para confeccionar, a partir de nada especial, fantasias memoráveis. Lá se vão duas semanas e ainda encontro confetes em lugares tão improváveis como os vasos de plantas na varanda – quem sabe nascerá em breve uma árvore de confetes. Poderei então colher essas alegrias miúdas quando eu quiser e guardá-las para o próximo carnaval.
8 de Março de 2009
viva o Zé Pereira
Nos escondemos do sol que reluz, implacável, como um olho de Cíclope no centro do céu. Os tamborins e os bumbos ainda ecoam pelas ruas do Rio. Resquícios do carnaval brilham aqui e acolá, grãos de purpurina aninhados nas rachaduras do asfalto. Coisas mínimas, delicadas, relembrando o delírio. Dentro de casa, as coisas buscaram nova moradia, após o vendaval de preparativos para confeccionar, a partir de nada especial, fantasias memoráveis. Lá se vão duas semanas e ainda encontro confetes em lugares tão improváveis como os vasos de plantas na varanda – quem sabe nascerá em breve uma árvore de confetes. Poderei então colher essas alegrias miúdas quando eu quiser e guardá-las para o próximo carnaval.
18 de Fevereiro de 2009
22 de Janeiro de 2009
a verdade da máscara
No
26 de Dezembro de 2008
o que diz a chuva
No dia 24 de dezembro, um enorme arco-íris cruzou o céu da cidade, pousando uma de suas extremidades no Morro do Corcovado, onde fica o Cristo Redentor. Suas cores brilharam, nítidas, até se esvaírem no céu cinzento da tarde. A manhã do dia 25, Natal, amanheceu nublada. A chuva logo cobriu os cantos da cidade, forte para se fazer notar, mas não forte o bastante para trazer destruição.
Por trás do céu cinzento havia uma luminosidade difusa, um pedido preciso. A chuva parecia dizer: "calma, ouça, sinta o lado de dentro, o avesso das coisas. Venha, não tenha medo, chore quando é para chorar, ria quando é para rir. Isso é a alegria." Sejamos assim em 2009, corajosos e transparentes como as crianças.
17 de Dezembro de 2008
quem conta um conto aumenta um ponto
Narramos
Os relatos
"Cada vez que rolava, a
Os ETs
E
14 de Dezembro de 2008
o ar fresco da serra
Marcamos a
À
As
13 de Dezembro de 2008
6 de Dezembro de 2008
desacertos graciosos
O
11 de Novembro de 2008
as meninas
O roteiro do curta A Festa que Caiu do Céu, dirigido pela Karen Akerman, foi inspirado numa menina chamada Rosa Marina. A gente teve a sorte de encontrar a Clara, que deu voz e vida à personagem Rosa, no filme, com um talento incrível e uma energia inesgotável. Na sessão do filme no Odeon, as duas finalmente se encontraram. Rosa Morena e Rosa Clara. Lado a lado.
10 de Novembro de 2008
7 de Novembro de 2008
1 de Novembro de 2008
A festa que caiu do céu - sessões
Programa Infantil 1
63 min
De Zwemles . Danny De Vent . 9 min . Anim . Bélgica/França/Holanda Le Voyage Extraordinaire . 3 min . Fic . Fabien Dettori . França O Povo Atrás Do Muro . Marconi Loures De Oliveira . Anim . 8 min . MG Kindsein Im Iran - "Father And Son" . Behrooz Karamizade . 10 min . Doc . Irã/Alemanha Rybka . Sergei Ryabov . 10min . Anim . Rússia . A Festa Que Caiu Do Céu . Karen Akerman . Fic . 13 min . RJ Jauna Suga . Evalds Lacis . 10 min . Anim . Letônia
15 de Outubro de 2008
o gato da fada no Subúrbio em Transe
4 de Outubro de 2008
no centro da vida
18 de Setembro de 2008
29 de Julho de 2008
você não imagina onde fada foi parar!
21 de Julho de 2008
e agora?
2 de Julho de 2008
visita aos trópicos
24 de Junho de 2008
constelações
26 de Maio de 2008
outono no Morro dos Prazeres
O
25 de Maio de 2008
todo dia
Nessas
23 de Maio de 2008
narrativa amiga
"
18 de Maio de 2008
festa da família
+ um
13 de Maio de 2008
alô, São Pedro
12 de Maio de 2008
semana da biblioteca no Espaço Educação
conversa boa
Mostramos
Os
Os
24 de Abril de 2008
piquenique
Olha a mesa que o pessoal da Criançartes preparou pra gente autografar os livros para as crianças. A fada ficou toda prosa de ganhar flores. Ainda mais amarelas! A gente queria agradecer especialmente à Rafaela Hermeto, que dá aula de expressão corporal na Criançartes e apresentou o livro por lá, e à coordenadora da escola, Patrícia, que nos recebeu tão bem.
sessão da tarde
A escola Criançartes convidou a gente para fazer duas leituras do livro, uma para as crianças pequeníssimas e outra para os alunos um pouco maiores. A subida até o sótão da escola foi uma escalada e tanto para os bebês de 1 a 2 anos. Mas valeu a pena! O sumiço da fada (balão de hélio) provocou um burburinho de balbucios na nossa primeira, e atentíssima, platéia de chupeta. Quando acabamos a leitura, todos estavam tão concentrados que não queriam se levantar. Seus olhos brilhantes diziam "bis"! Nada como um pedido feito em silêncio. É contundente de tão delicado. Então cantamos outra vez as composições de Joana Bergman, que também estava presente com seu triângulo e violão (obrigada Jô!). As crianças de 3 aos 6 também acompanharam o vôo da fada com a maior atenção. Cantamos de novo o baião do pai mago e todos se levantaram para remexer as cadeiras.
Êta platéia boa!
23 de Março de 2008
companheiros
29 de Janeiro de 2008
26 de Dezembro de 2007
roda da fortuna
O que está no alto tende a descer e o que está embaixo acaba subindo. O céu incisivo dos dias de verão cede sua claridade às cores do fim da tarde. A luz amena do inverno reflete-se no espelho branco das nuvens. Se a gente olhar bem de perto, há um pouco de inverno guardado na umidade do verão. Se a gente prestar atenção, há um pouco de calor escondido na friagem das manhãs de inverno. Nada que é vivo tem um lado só. Nada que é vivo pára de mudar. E a gente gira junto! A Rabiola quer dançar ao vento, ter idéias novas para compartilhar. Venha 2008, vamos cirandar!
22 de Dezembro de 2007
de volta pra casa
haja fôlego!
Quando distribuímos os frascos de bolhas antes da leitura musicada, pensei: "Ih, isso não vai dar certo!" Engano meu. As crianças esperaram o momento preciso para soltar as fadas de sabão. A leitura terminou com uma nuvem de cores e sopros. Não havia mais separação entre palco e público, público e palco! As fotos deste post e dos dois abaixo são da Marina Fraga.





















