23 de abril de 2012
a doce ironia de Isol
15 de abril de 2012
na varanda
25 de março de 2012
amizade incomum
8 de janeiro de 2012
quando a mãe vira um balão...
Em "El Globo", de Isol, escritora/ilustradora argentina, uma menina de repente vê seu desejo realizado: a mãe brigona e escandalosa se transforma em um balão vermelho. A menina encara a satisfação e o estranhamento provocado por essa súbita mutação. O balão instaura o silêncio, mas é também vermelho gritante. Isol consegue traduzir sentimentos complexos, tais como a raiva, sem nomeá-los explicitamente. Assim deixa espaço para o leitor se relacionar com a narrativa como bem quiser, ou precisar. (editora Fondo de Cultura Econômica).
24 de dezembro de 2011
21 de dezembro de 2011
o que é uma criança?
"As crianças têm coisas pequenas como elas mesmas: uma cama pequena, pequenos livros coloridos, um guarda-chuva pequeno, uma cadeira pequena. Mas elas vivem num mundo muito grande; tão grande, que as cidades não existem, os ônibus se erguem no espaço e as escadas não têm fim."
"O que é uma criança?", de Beatrice Alemagna (Martins Fontes), é um livro feito de retratos, um grande livro em mais de um sentido. É bom de segurar entre as mãos e de ler com aquela parte em nós que não mudou, embora a Beatrice diga que "todas crianças são pessoas pequenas que um dia vão mudar".
19 de dezembro de 2011
nossos primos
15 de dezembro de 2011
o rei acha que manda...
— Eu também — disse a abelha, e picou.
— Como vai você? — o rei perguntou ao livro.
— É o que eu pergunto a você o tempo todo — disse o livro.
Do livro "O Rei e o Mar", de Heinz Janisch. Ilustrações de Wolf Erlbruch (Companhia das Letrinhas). Parábolas delicadas sobre um rei cujo poder é desafiado por toda sorte de seres, objetos e fenômenos: um trompete, o cansaço, um gato, a chuva, um esquilo, o céu, uma estrela, uma nuvem, um lápis e, claro, o mar.
11 de dezembro de 2011
verde limão
12 de novembro de 2011
novo lançamento + instalação sonora!
10 de outubro de 2011
jardim de livros-sanfona
Fomos convidadas pela Maria para participar da festa Primavera do Humaitá, no dia 8 de outubro, organizada por ela. As pessoas e as ideias circularam pelo bairro num lindo dia de sol. Foi uma delícia! Teve música, comidinhas, vizinhos trocando sorrisos e objetos que não usam mais. As crianças puderam aprender um monte de coisas novas... como cultivar minhocas e fazer compostagem, reciclar o lixo eletrônico, encadernar e criar adereços a partir de material reciclado. A gente levou Azulzim e um jardim de livros-sanfona para as crianças criarem suas próprias histórias. Segundos após espalharmos os livros pela rua em frente à Cobal, as crianças já estavam instaladas, bem à vontade.
7 de setembro de 2011
5 de setembro de 2011
Azulzim, um banquinho e um violão
Canção do nosso querido amigo Julio Dain feita a partir do livro para a instalação sonora!
4 de setembro de 2011
azul celeste, azul marinho
Alguns dias antes do lançamento de Azulzim, encontrei um amigo na rua, acompanhado do filho de seis anos. Ao ouvir o pai perguntar onde seria o lançamento, o Felipe, que tinha cerca de dois anos quando lançamos a fada inflada, disse: “O outro foi no parquinho”. Senti uma alegria incomum ao perceber que a imagem da fada desaparecendo na imensidão do céu sobre a Praça Pio XI ficara registrada na memória do menino, bem menino ainda. Não sei se foi essa a imagem que ele guardara. Talvez nem fosse imagem, apenas uma sensação, aquele dom difuso da memória: resquícios de luz filtrada pelas copas das árvores, bolhas de sabão, melancia vermelho vivo. Gosto de imaginar a memória dele, a partir da minha, que então vira outra, caleidoscópica e contínua. Depois dessa tarde na praça, vimos que lançamento só teria cara de lançamento se o livro fosse também uma experiência que transbordasse da página. Brincamos a sério fazendo o livro, brincamos de novo criando suas variações. Para ver Azulzim nascer, a gente montou uma instalação, um ambiente marítimo revestido de colchões. Sobre as paredes azuis foram projetadas sombras de peixes e de outras criaturas. As pessoas pequeníssimas, médias e grandes se reuniram ali dentro, numa tarde cheia de ventos e chuva, para ouvir trechos do livro narrados em várias línguas. Babel netuniana. Todos concentrados, unidos pelo som que foi minuciosamente composto por nossa amiga Joana. A princípio pensamos que a chuva viera para atrapalhar. Mas foi justo o contrário. A tarde virou espelho da imagem central do livro, "o céu beijou o mar", inteiramente Azulzim. Obrigada a todos que vieram mergulhar com a gente!
[fotos: Tatiana Altberg]
17 de agosto de 2011
6 de agosto de 2011
2 de agosto de 2011
Azulzim foi dar uma volta no Japão
[vídeo: Marina Fraga / voz e tradução do livro para o japonês: Mariko Arai]
31 de julho de 2011
28 de julho de 2011
24 de julho de 2011
19 de agosto de 2009
a primavera é a imaginação do inverno
8 de março de 2009
viva o Zé Pereira
Nos escondemos do sol que reluz, implacável, como um olho de Cíclope no centro do céu. Os tamborins e os bumbos ainda ecoam pelas ruas do Rio. Resquícios do carnaval brilham aqui e acolá, grãos de purpurina aninhados nas rachaduras do asfalto. Coisas mínimas, delicadas, relembrando o delírio. Dentro de casa, as coisas buscaram nova moradia, após o vendaval de preparativos para confeccionar, a partir de nada especial, fantasias memoráveis. Lá se vão duas semanas e ainda encontro confetes em lugares tão improváveis como os vasos de plantas na varanda – quem sabe nascerá em breve uma árvore de confetes. Poderei então colher essas alegrias miúdas quando eu quiser e guardá-las para o próximo carnaval.
22 de janeiro de 2009
a verdade da máscara
No
26 de dezembro de 2008
o que diz a chuva
No dia 24 de dezembro, um enorme arco-íris cruzou o céu da cidade, pousando uma de suas extremidades no Morro do Corcovado, onde fica o Cristo Redentor. Suas cores brilharam, nítidas, até se esvaírem no céu cinzento da tarde. A manhã do dia 25, Natal, amanheceu nublada. A chuva logo cobriu os cantos da cidade, forte para se fazer notar, mas não forte o bastante para trazer destruição.
Por trás do céu cinzento havia uma luminosidade difusa, um pedido preciso. A chuva parecia dizer: "calma, ouça, sinta o lado de dentro, o avesso das coisas. Venha, não tenha medo, chore quando é para chorar, ria quando é para rir. Isso é a alegria." Sejamos assim em 2009, corajosos e transparentes como as crianças.
17 de dezembro de 2008
quem conta um conto aumenta um ponto
Narramos
Os relatos
"Cada vez que rolava, a
Os ETs
E
14 de dezembro de 2008
o ar fresco da serra
Marcamos a
À
As
13 de dezembro de 2008
6 de dezembro de 2008
desacertos graciosos
O
11 de novembro de 2008
as meninas
O roteiro do curta A Festa que Caiu do Céu, dirigido pela Karen Akerman, foi inspirado numa menina chamada Rosa Marina. A gente teve a sorte de encontrar a Clara, que deu voz e vida à personagem Rosa, no filme, com um talento incrível e uma energia inesgotável. Na sessão do filme no Odeon, as duas finalmente se encontraram. Rosa Morena e Rosa Clara. Lado a lado.
10 de novembro de 2008
7 de novembro de 2008
1 de novembro de 2008
A festa que caiu do céu - sessões
Programa Infantil 1
63 min
De Zwemles . Danny De Vent . 9 min . Anim . Bélgica/França/Holanda Le Voyage Extraordinaire . 3 min . Fic . Fabien Dettori . França O Povo Atrás Do Muro . Marconi Loures De Oliveira . Anim . 8 min . MG Kindsein Im Iran - "Father And Son" . Behrooz Karamizade . 10 min . Doc . Irã/Alemanha Rybka . Sergei Ryabov . 10min . Anim . Rússia . A Festa Que Caiu Do Céu . Karen Akerman . Fic . 13 min . RJ Jauna Suga . Evalds Lacis . 10 min . Anim . Letônia











































